quinta-feira, 5 de julho de 2012

Tenta entender...
Sempre travei as minhas batalhas sozinha, sempre criei um mundo só meu, sempre viagem no silêncio do meu quarto... Eu sei que entendes... sou como tu... embora combata abertamente a solidão de todos os caminhos...
Em relação ao meu percurso na nossa peça de teatro universal, que ocorre num leve mexer de dedos, tens consciencia que, como tu, temos um companheiro de batalha há pouco tempo... E como dizem nos filmes "old habitas, are hard to die".
O habito da solidão está muito enraizado, e eu sempre me isolei enquanto travava as minhas batalhas, digamos que, para não haver mortes desnecessárias :)
Eu quero-te ao meu lado nesta batalha, quero que me apertes a mão sempre que me sentires a cair, quero chora no teu colo, quero-me poder aninhar em ti... mas não sei o quanto de ti posso exigir... não te posso pedir que abandones o mundo para lutar ao meu lado... mas eu quero pedir-to, mas sei que não posso...
Sabes que as palavras se baralham na minha cabeça... da forma que na tua surgem os bonecos pretos animados, na minha aparecem letras de todos os lados, baralhadas e lentamente começam a juntar-se para formar palavras, que no instante que estou a conseguir começar a lê-las, se desvanecem sem eu as conseguir distinguir.
Quero-te a ti amor, só a ti... não quero o mundo inteiro, não quero todas as forças... só quero a tua, só quero a ti...


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